domingo, 9 de março de 2014
Amizades Sociais
- Ah eu vi essa postagem,
mas será que foi mesmo pra você? E se foi não seria melhor se afastar?
- Amanda eu me demiti e
indiquei ela, por que eu ficaria chateada com isso?
- Ah mas ela se adaptou
rápido, e todo mundo da empresa gosta dela, fala que você não fica com ciúmes?-Não fico, estou muito feliz
na empresa nova, estou realizada!
sábado, 8 de março de 2014
Mulher "Sexo Frágil"
(Matéria sobre o dia da mulher publicada na versão impressa da edição 487 do Jornal Voz, como o site do jornal ainda não foi atualizado e quero que o texto saia no dia da mulher vou publicá-lo aqui, mas assim que sair o texto no site do jornal repasso o link aqui também.)
Mulher “sexo frágil”
O8
de março, dia internacional da mulher, vamos aproveitar a data para distribuir
botões de rosas, comprar presentes e acelerar o comércio, certo? Não, o dia da
mulher não foi criado pelo comércio, a história dessa data tem raízes nas
diversas batalhas que as mulheres tiveram que lutar para conseguir direitos de
igualdade.O primeiro Dia
Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, por iniciativa do Partido Socialista da América, em memória
ao protesto contra as más condições de trabalho das operárias de uma indústria
de têxtil em Nova York, na ocasião elas foram reprimidas e trancadas dentro da
fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas,
num ato totalmente desumano. No ano de 1910, durante uma conferência na
Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia
Internacional da Mulher", em homenagem a essas mulheres. Mas somente em 1975
a ONU designou o mesmo ano como o Ano Internacional da Mulher e, em
dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas como
celebração das conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres.
A história da
luta das mulheres é antiga, mas esse fato marcou a criação da data. Combate por
igualdade profissional e salarial, melhores condições de trabalho, direito ao
voto, ao divórcio, à educação igualitária e a faculdade, leis contra a
violência contra mulher e desigualdade de gêneros, lutas contra o preconceito e
machismo. Muito foi conquistado, muito está camuflado e ainda implícito na
sociedade. Até a própria
História foi escrita pelos homens, privilegiando “seus grandes feitos” numa
visão positivista e prevalentemente masculina, sem a participação feminina.
Somente com a criação da História das Mulheres elas conseguiram ser integradas
na história, mas de uma forma paralela, não integrada.
Como podemos
falar em igualdade entre gêneros sem uma história única e homogenia, mesmo com
suas particularidades? Como podemos falar que hoje existe igualdade entre sexos
se a mulher não pode ocupar o mesmo cargo que o homem ou ocupando não ganha o
mesmo? Se a mulher tem que se preocupar com a roupa que usa para não ser
estuprada ou violentada na rua? Se quando ela leva uma cantada nojenta, a culpa
é dela, “porque provocou”? Se corre o risco de ser assediada pelo próprio chefe
a qualquer momento e se conseguiu uma promoção, na cabeça dos outros é sempre
porque teve algo com algum superior, nunca porque mereceu? Se não tem direito
ao próprio corpo?
Existe sim uma
igualdade entre homens e mulheres, uma igualdade disfarçada, um preconceito
escondido, mas que ainda prevalece, e age nas entrelinhas. Por isso, sim, é muito
bom ganhar flores no dia das mulheres, muito bom se sentir amada, mas que essas
flores não representem sua fragilidade, porque não há fragilidade num sexo que
teve que lutar e luta diariamente para eliminar preconceitos tão presentes, mas
demagogicamente inexistentes.
Como podemos falar em igualdade entre gêneros sem uma história única e homogenia, mesmo com suas particularidades? Como podemos falar que hoje existe igualdade entre sexos se a mulher não pode ocupar o mesmo cargo que o homem ou ocupando não ganha o mesmo? Se a mulher tem que se preocupar com a roupa que usa para não ser estuprada ou violentada na rua? Se quando ela leva uma cantada nojenta, a culpa é dela, “porque provocou”? Se corre o risco de ser assediada pelo próprio chefe a qualquer momento e se conseguiu uma promoção, na cabeça dos outros é sempre porque teve algo com algum superior, nunca porque mereceu? Se não tem direito ao próprio corpo?
Existe sim uma igualdade entre homens e mulheres, uma igualdade disfarçada, um preconceito escondido, mas que ainda prevalece, e age nas entrelinhas. Por isso, sim, é muito bom ganhar flores no dia das mulheres, muito bom se sentir amada, mas que essas flores não representem sua fragilidade, porque não há fragilidade num sexo que teve que lutar e luta diariamente para eliminar preconceitos tão presentes, mas demagogicamente inexistentes.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
É preciso evoluir
É PRECISO EVOLUIR
“Eu sou assim e ponto” “nasci assim vou morrer assim” “se
quiser gostar de mim vai ser do jeito que sou, não vou mudar por nada, nem
ninguém”. O essencialismo acredita que o ser humano nasce com uma essência que
lhe é dada e determinada, que representa o real, cabe ao homem apenas
aperfeiçoar essa essência. Já o existencialismo acredita que a existência precede
a essência, ou seja, que nas relações entre o homem e o ambiente, entre o homem
e o próximo é construída essa essência.
Acredito que somos seres inacabados e que nos formamos
conforme o meio histórico, social, político e econômico que integramos,
discutir se a essência precede a existência ou o contrário não é a grande
questão, mas quais são as escolhas que fazemos em nossas vidas? Manter-nos rígidos a conceitos e pensamentos
muitas vezes pode parecer mais fácil, mas isso acaba afastando as pessoas, quem
quer discutir, trocar ideia com quem não está disposta a ouvir e tentar
entender o próximo?
Eu não nasci à pessoa que sou hoje, as pessoas que conheci,
os conceitos que estudei, os momentos que vivi e a forma como interagi com os
mesmos me moldou, alias me moldam, pois continuo em evolução, ah sim, evolução,
porque a busca é essa, evoluir, melhorar, eliminar preconceitos, ouvir,
aprender, estudar, trocar conhecimento. Uma vez disse que tinha medo de pessoas
imutáveis, que não via sentido na vida se não fosse a busca peça evolução
continua, a palavra medo está muito bem encaixada no que quero dizer, sim,
tenho medo, grandes ditadores, tiranos e absolutistas também pensavam assim,
são irredutíveis, as leis, as normas são feitas de acordo com sua vontade, é
mais fácil controlar o povo assim!
O que diferencia um ditador de uma pessoa comum é apenas o
círculo ao qual ela pertence e a forma como ela trata essa rigidez de
pensamento, mas quem está perto vai sentir essa imposição, vai ter que agir
conforme essa relação.
O essencialismo não me
remete só ao conformismo, muito fácil colocar a culpa numa predeterminação, mas
também ao individualismo, a pessoa não tem compromisso com o outro, só com ela
mesmo. Já o existencialismo, é a dúvida, a inquietação, o questionamento, o
construtivismo, a preocupação em evoluir. Jean-Paul Sartre (filósofo e crítico francês) acreditava
que, “ao assumir um compromisso com nossa própria existência, não o fazemos
individualmente, mas sim em um compromisso com toda a humanidade” ao ter a
liberdade de fazer suas próprias escolhas o homem tem o compromisso com o
outro, nesse sentido, relações sociais são fundamentais tanto no processo do
conhecimento quanto nas escolhas, e que as escolhas sejam sempre evolutivas!
Francyane Kristinny Lehmkuhl Fiocca
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Diálogo
- Oi Débora, tudo bem?
- Oi Samanta, que bom te ver, como estão às coisas, a
família, tudo bem?
- Tudo bem, nos mudamos, ficou sabendo?
- Não, que bom, onde estão morando agora?
- O Renato foi transferido para o interior, estamos morando
em Ribeirão Preto agora, estamos aqui só visitando a família essa semana, que
sorte te ver!
- Pois é, não tive mais notícias sua, e sua filha, a Carol,
está bem, deve estar uma mocinha!
- Está ótima, uma linda, já vai fazer cinco aninhos mês que
vem, se adaptou bem ao colégio ao novo, mas ficou muito triste porque tivemos
que doar o Mike, nosso cachorro lembra?
- Claro, ele era um sapeca, mas porque tiveram que doar?
- Tivemos que morar num apartamento menor, por enquanto não estamos
em condições de manter algo maior, levamos ele, mas ele não se adaptou, estava
ficando triste, até começou a cair os pelos, ele uma raça grande, que precisa
de espaço e atividades, o veterinário disse que era depressão, achamos melhor doar!
Tivemos sorte e encontramos uma família legal, com espaço e entregamos!
-Poxa Débora, sinto muito, deve ter sido bem triste, eu não
teria coragem de largar meus cachorros, eles são como filhos, tenho seis
acredita?
-Nossa é muita coisa, mas me conta, e você e o Thiago, já
estão casados há um tempo né? Quando vem o neném?
- Pois é, conversamos e achamos melhor não termos filhos,
nossos cachorros são nossa família e pra nós isso é suficiente!
-Mas como assim, nenhum filho?
- Foi nossa escolha, ai Débora olha a hora correu, estou
atrasada para um compromisso, depois nos falamos com calma, bom te ver!
- Claro Samanta, toma o meu cartão com meu número, depois me
liga, não vamos perder contato hein?
- Claro Débora, ligo sim, mas agora eu vou correr, manda um
abraço para o Renato e a Carol!
- Pode deixar, abraço outro pro
Thiago!
- Oi amor, cheguei, você não vai acreditar com quem
encontrei, por acaso, hoje?
- Oi querida, com quem?
- Com a Samanta, esposa do Thiago, lembra?
- Claro, aquele pessoal bacana do Clube, eles estão bem?
- Sim, parece que sim, mas você não vai acreditar... Acredita
que ela disse que eles não querem ter filhos? Um casal novo, saudável, com boas
condições financeiras, poderiam dar tudo de melhor para uma criança e não
querem. Ela disse que a família dela são os cachorros!
- Tem gente que não valoriza o que tem né?
- Com certeza, e assim que toquei no assunto ela foi embora,
deixei meu número com ela, mas duvido que me ligue!
- Ah, deixa isso pra lá, está na hora de levar a Carol na
casa nova do Mike, prometemos levá-la pra matar a saudade lembra? Que bom que a
família nova dele nos deixa visitar né?
- Mas claro né Renato, até parece que íamos doar nosso cão,
que tanto gostamos, para qualquer um! Eles são ótimos, e o Mike está feliz com
eles, tenho certeza que a Carol vai se sentir melhor quando ver ele tão bem!
Vamos?
- Só vou pegar a Carol e
partimos!
- Oi Thiago, tudo bem querido?
-Oi minha linda, tudo ótimo, ah comprei a ração que estava
faltando, nossos filhos estão dando gasto hein?
- Muito, mas vale a pena!
-Ah deixa eu te contar, encontrei com a Débora, esposa do
Renato hoje, eles se mudaram sabia?
- Por isso eles sumiram do clube então, onde eles estão
morando?
- Em Ribeirão Preto, parece que ele foi transferido, mas
fiquei chateada com algo que ela me contou! Acredita que ela abandonou o
cachorro deles porque não tinha lugar pra ele no apartamento novo? Fico muito
revoltada com essas coisas, cachorro não é objeto pra doar assim quando quer!
- Agora eu não entendi Samanta, você disse que eles
abandonaram, depois que doaram, como assim?
- É eles doaram, porque não estão com condições de morar num
lugar maior agora, e ele não se adaptou ao apartamento pequeno, estava ficando
doente, mas como assim? Davam um jeito, não concordo com isso!
- Mas não tem como a gente saber Samanta, deixa pra lá! Você
está se esquecendo que hoje é o dia da visita ao orfanato, os brinquedos já
estão no carro pra gente levar!
- Claro, vim correndo por causa disso, vamos logo então,
estou morrendo de saudades dos nossos pequenos, eles renovam minhas energias!
- As minhas também, sabe, eu amo a nossa vida amor!
- Eu também amo meu querido, então vamos correr!
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
O Primeiro Dia de Aula
O assunto escolinha não era novidade
na família de Marcelo, sua mãe Marina, seu pai Eduardo, os avós e até os tios e
tias sempre conversavam sobre isso, sobre como seria importante pra ele, das
coisas legais que ele ia fazer, as novas amizades, o tanto que ia aprender.
Marcelo mal podia esperar!
Ele dizia: “Mamãe to doidinho pra ir
pra escola!”. O tempo passou e finalmente chegou a hora de escolher. Precisavam
pensar em tudo: a que oferece um bom ensino, que tivesse boas referências, bom
preço e que não fosse muito longe de casa. Tiveram sorte e conseguiram uma como
imaginavam, a família estava feliz, mas a expectativa de todos só aumentava.
“Como ele vai reagir? Será que vai ficar bem sozinho? Será que vai chorar,
sentir minha falta?”, pensava a mãe.
De repente, a tranquilidade de
Marcelo foi mudando, e ao ser perguntado sobre a escolinha, ele começou a
reagir com insegurança:
- Mas mamãe, e se eu não gostar dos
coleguinhas? E se eles não gostarem de mim?
- Imagina Marcelo, você é uma criança
querida, faz amizade fácil, vai dar tudo certo, e se alguma coisa acontecer me
conte, você vai poder contar comigo sempre! Respondia a mãe.
- Mas sabe mamãe acho que gosto mais
da minha casinha. Aqui é legal, tem tudo que eu gosto, meus brinquedinhos, meus
desenhos na TV e você!
- Eu entendo filho, eu também gosto
de ter você aqui, mas lá também tem muitas coisas legais, coisas que você só
vai descobrir o quanto são legais se for!
- Tá bom mamãe, eu vou tentar! - a
voz ainda insegura.
Mas a criatividade do garoto foi
crescendo.
- Mamãe, estava pensando: e se lá na
escolinha tiver muitos Marcelos, e quando você for me buscar levar o Marcelo
errado pra casa? Eu vou ficar triste!
- Hahaha, imagina meu filho, a mamãe
nunca te trocaria por outro, você é meu filho lindo e amado e jamais te
confundiria, fica tranquilo!
Só que a insegurança de Marcelo
começou a contaminar Marina.
- Sabe filho, vou sentir muita falta
de você aqui!
Pronto, era o que faltava para que o
menino desse seu golpe final.
- Mas mamãe, não sei se consigo ficar
sem você, não quero ir pra escolinha!
Marina conversou com o marido e
percebeu que sua segurança era fundamental para a tranquilidade do filho. Eles
passaram a dizer apenas frases de incentivo, procuraram falar menos sobre a
escolinha, entenderam que falar muito sobre isso só o deixava mais ansioso.
E a tática funcionou, tanto que, no
grande dia, no primeiro dia de aula, Marcelo acordou animado, dizendo
novamente:
- Mamãe to doidinho pra ir pra
escola!
- Eba Marcelo, que bom, e hoje você
vai, chegou a hora!
Marina tinha acordado mais cedo pra
preparar tudo com calma, deu o almoço, o banho e lhe colocou o uniforme.
Tiraram fotos dele com a mochilinha nas costas e lá se foram...
As dúvidas voltaram a sua cabeça
durante o pequeno trajeto. No fundo, havia a necessidade de se sentir
importante para o filho “Mas e se ele não chorar? Será que ele não se importa
de ficar longe de mim?”.
Chegando à escolinha, Marcelo subiu a
pequena escada confiante, deu de cara com a diretora recebendo os novos alunos
na porta e já foi logo dizendo com um sorriso no rosto:
- Cheguei pro meu primeiro dia de
aula, minha mamãe veio me trazer!
Entrou sem se despedir, a mãe
carregando sua mochila veio atrás, encontraram a professora e ele já ia
entrando na sala quando a professora disse:
- Dá tchau pra mamãe!
Ele voltou, tascou-lhe um abraço e um
beijo, encostou sua bochecha para que ela o beija-se também e seguiu pra
salinha.
A mãe foi embora pensativa e confusa.
Por um lado estava feliz por ele ter ficado tranquilo, sem choro, sem manha.
Por outro, um pouco decepcionada “Como assim não se preocupou nem em se
despedir? Nem uma palavra pra dizer que sentiria minha falta?”.
No horário combinado o buscou, a
professora disse que ele havia ficado muito bem, que não chorou, nem perguntou
por ela, comeu todo lanche e estava ótimo, ela o abraçou e foram caminhando pra
casa. Então ele disse:
- Sabe mamãe, eu adorei a escolinha,
mas eu senti sua falta!
- Também senti sua falta, mas que bom
que você gostou da escola, amanhã tem mais!
Marina percebeu que ela sempre seria
sua mãe querida, mas que era hora dele andar sozinho, que o fato dele começar a
ter independência não a anulava como mãe. Ela e Eduardo, que adorou ouvir toda
a história do primeiro dia de aula quando chegou do trabalho, sabiam que
estaria presentes na criação e educação do seu amado filho pra sempre!
Por que eu fiz um blogger?
Por que eu fiz um blogger?
Escrevo o motivo sim ou não? Preciso me justificar? Ai ai ai
, não sei, rsrsrs! Na verdade, como não entendo nada de blogs, vou fazer do meu
jeito mesmo! E poxa, quero que vocês entendam sobre o que o blogger é, e sobre
o que pretendo falar, justo né?
Sempre gostei de escrever, considero a escrita uma
oportunidade de pesquisa, de colocar os pensamentos em ordem e aprender algo
novo, o blogger vai me ajudar muito nesse sentindo, quero aprender bastante com
ele! Ah, e que bom se alguém ler né? Isso é um ótimo incentivo!
Hum, e quanto ao que vão encontrar? Um pouco de cada coisa,
por isso o nome, “Pensamentos Cotidianos”. Dúvidas, questionamentos,
experiências, histórias, contos, tudo que me inspire, me provoque, me faça
pensar são matéria prima para os meus textos ou algum outro tipo de post.
Sou estudante de história, com certeza vai ter muito sobre
isso aqui, gosto de acompanhar os noticiários e as redes sociais, “hum, aí vem
mais do mesmo”, talvez, ou não, quem sabe? Além disso, sou mãe, amiga, esposa,
irmã, filha, rsrs, devo escrever sobre essas convivências também, sei lá, pode
surgir de tudo...
É isso, o objetivo é postar pelo menos uma vez por semana,
mas espero que seja muito mais, se ler me diga o que achou, quero muito esse feedback,
e logo já sai o próxima, na verdade o primeiro post de verdade, ebaaa!
Assinar:
Postagens (Atom)

